sexta-feira, 21 de setembro de 2007

>Crackk!<

A escada de madeira fazia barulho durante a tempestade. Uma escada repleta de memórias; de passagens.
Acordado pelo barulho do ranger da fatigada madeira, lá estava o personagem desta história; você.
A fraca luz acesa sob a velha escada súbitamente apaga; seus olhos demoram algum tempo para se adequar à escuridão; tempo suficiente para refletir e imaginar.

Você reflete em exatamente 1 segundo, sobre tudo que você já viu e o que é - está assustado -.
E imagina sobre 'porque diabos a luz acabou?'.

Em alguma pequeníssima quantidade de tempo depois, seus olhos se acostumam ao escuro, pode agora enxergar a velha escada e o destino para onde ela leva: O priméiro degrau em sua base, totalmente escuro.
"O que há na escuridão?"
Você procura - Imagina - por monstros, fantasmas, licantropos e outras criaturas da mitologia fantástica.
Quando você olha para o escuro, o escuro olha para dentro de você e ele reflete em si os seus medos.
Decepcionado por apenas encontrar o que já possuía, você vira as costas para a escada e retorna com seus medos ao quarto.

Deita-se e diz boa noite para o nada; o nada não responde. Mas você já sabia.

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Qual é do movimento 'discussões de mesa de bar'? O pensador virtual Omanata parece ser o maior lobista desta facção artística(?).
Eu acredito que não é exclusiva propriedade da entidade 'mesa do bar' que propicia o discutir, o expressar. Simplesmente as pessoas passaram terem outras coisas a fazer durante os dias de suas respectivas vidas, deixando de desenvolver assuntos que não sejam relacionados diretamente ao real, ao fato, tendência etc.
Quando as pessoas se encontram na 'mesa do bar' querem falar sobre outra coisa que não seja o cotidiano - no 'mínino' a maioria-, assim desenvolvem os 'papos' sobre o excêntrico.
Acho que é isso.

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