Estive no bar. Muitas pessoas, muitas bebidas e felicidade.
Havia um bêbado que anunciava: "Matei a saudade!"
Eu achava que era poeta;
era nada. Era esquizofrênico.
Sei, pois li que matara a empregada - mas não era a saudade que limpava os móveis, era a mudança.
Doido, morreu sóbrio na cadeia.
Mudança.
sábado, 22 de setembro de 2007
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