sábado, 22 de setembro de 2007

Meu próprio conto de bar

Estive no bar. Muitas pessoas, muitas bebidas e felicidade.

Havia um bêbado que anunciava: "Matei a saudade!"
Eu achava que era poeta;
era nada. Era esquizofrênico.

Sei, pois li que matara a empregada - mas não era a saudade que limpava os móveis, era a mudança.

Doido, morreu sóbrio na cadeia.
Mudança.

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